Google Ads e Meta Ads para transportadoras, fretamento e operações logísticas com venda B2B de ciclo longo.
Transporte é um B2B típico: volume de busca baixo, termo técnico, ciclo de decisão longo e contrato de valor alto. Essa combinação torna inútil quase todo indicador de volume — uma conta com poucos leads por mês pode estar performando excepcionalmente bem se esses leads virarem contrato recorrente.
O erro mais comum é tratar a conta como campanha de consumo: verba ampla, termos genéricos e otimização por custo por formulário. O resultado é um volume de contatos de pessoas físicas buscando mudança residencial, enquanto o cliente corporativo que valia o mês inteiro não aparece.
Termos como "transporte" e "frete" atraem tudo. A verba rende quando aplicada em termos que descrevem o serviço exato — modalidade, rota, tipo de carga — onde o volume é menor e a intenção é inequívoca.
São dois negócios diferentes competindo pela mesma verba. Campanhas, páginas e metas separadas evitam que o volume de PF esconda a performance real do B2B.
Otimizar por "fale conosco" atrai curiosidade. Otimizar por solicitação de cotação com dados de carga filtra na origem e melhora a qualidade do que chega ao comercial.
Com ciclo longo, a venda acontece semanas depois e fora da plataforma. Importar a conversão offline de volta é o que permite ao algoritmo aprender qual lead virou contrato — sem isso, ele otimiza no escuro.
Para serviços logísticos corporativos, a segmentação por cargo e porte de empresa alcança o decisor antes da busca. Custo por clique alto, mas custo por oportunidade qualificada frequentemente melhor que o da busca genérica.
A demanda está onde a carga origina, que raramente coincide com onde a transportadora está sediada. Segmentar pela cidade do escritório é um dos desperdícios mais silenciosos do setor.
A carteira inclui dois clientes deste segmento com trabalho documentado: CVE Transportes, com site corporativo e estratégia de geração de leads digitais, e JTC Transporte e Turismo, com presença digital completa integrando site profissional e marketing digital. É um setor que atendemos de forma continuada.
Inclusive as que envolvem restrição regulatória.
Funciona, com expectativa correta. O volume de lead será baixo comparado a segmentos de consumo — e isso é normal, não é falha da campanha. O que importa é o custo por oportunidade qualificada e o valor do contrato fechado, não a quantidade de formulários.
Com lista de negativas específica, campanhas separadas e formulário que exige informação de carga logo no início. A filtragem precisa acontecer antes do comercial, não depois — caso contrário consome tempo de venda que valia mais em outro lugar.
Custo por cotação qualificada e, quando o CRM permitir, CAC por contrato fechado. CPL bruto engana neste setor: um mês com muitos leads baratos e nenhum contrato é pior que um mês com três leads caros e um contrato recorrente assinado.
O ciclo comercial do setor costuma ser de semanas a meses, então o retorno financeiro aparece depois do retorno em lead. Avaliar a conta em trinta dias mede geração de oportunidade, não receita — e desligar nesse prazo é desligar antes de o ciclo se completar.
Menos que em busca, para o núcleo B2B. Meta rende melhor em fretamento, transporte de passageiros e serviços com componente de consumo. Para carga corporativa, a combinação Google Ads mais LinkedIn costuma superar.
Escritórios de advocacia que precisam captar clientes sem violar as regras de publicidade da oab.
Agências de receptivo, transfer, passeios e hotelaria que dependem de reserva antecipada.
Locadoras que disputam busca local contra grandes redes e agregadores nacionais.
Lojas virtuais que precisam escalar receita sem destruir margem.
Clínicas, consultórios e serviços de saúde que precisam captar pacientes dentro das regras do cfm e das plataformas.
Imobiliárias, incorporadoras e corretores com ciclo de decisão longo e ticket alto.
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